Viagem para a Dinamarca: guia completo
Tudo o que você precisa saber para planejar sua viagem para a Dinamarca: documentação, quando ir, o que fazer em Copenhague e outras cidades, bate-voltas para a Suécia e dicas práticas para aproveitar ao máximo.
Índice
- Introdução
- Por que viajar para a Dinamarca?
- Quando ir à Dinamarca (clima por estação)
- Documentação e visto para brasileiros
- Como chegar à Dinamarca
- Dinheiro, custos e câmbio
- Como se locomover na Dinamarca
- O que fazer em Copenhague
- Copenhagen Card: vale a pena?
- Bate-voltas dentro da Dinamarca
- Bate-voltas para a Suécia: Malmö e Helsingborg
- Outras cidades da Dinamarca para incluir no roteiro
- Roteiros: 5, 7 e 10 dias
- Gastronomia dinamarquesa
- Dicas práticas para brasileiros
- Quanto custa viajar para a Dinamarca?
- Vale a pena visitar a Dinamarca?
- FAQ sobre viagem para a Dinamarca
Introdução
A Dinamarca é o menor e mais ao sul dos países escandinavos, mas concentra uma quantidade surpreendente de atrações: Copenhague é uma das capitais mais charmosas da Europa, com canais coloridos, palácios reais, culinária nórdica premiada e aquele espírito hygge que transforma qualquer café aconchegante em um refúgio.
Além da capital, o país tem castelos medievais, cidades universitárias, um litoral de dunas e falésias e a melhor infraestrutura cicloviária do mundo. E, de bônus, a localização privilegiada permite fazer bate-voltas incríveis para a Suécia em menos de uma hora de trem.
Por que viajar para a Dinamarca?
A Dinamarca é consistentemente apontada como um dos países mais felizes do mundo — e isso se sente na qualidade das ruas, cafés, espaços públicos e no ritmo de vida. Copenhague é moderna e histórica ao mesmo tempo, com uma vida cultural intensa, gastronomia de ponta e muito verde.
- Copenhague é uma das cidades mais cicláveis e sustentáveis da Europa.
- Rica herança viking, castelos medievais e arquitetura contemporânea convivem lado a lado.
- Fácil de combinar com outros países nórdicos (Suécia, Noruega) e da Europa Central.
- Bate-voltas para a Suécia em menos de 40 minutos de trem.
Quando ir à Dinamarca (clima por estação)
A Dinamarca tem clima temperado oceânico, com invernos frios e verões amenos. A variação de temperatura ao longo do ano é grande e influencia muito o que você vai encontrar lá.
Primavera (março a maio)
- Temperaturas subindo (de 5°C a 16°C em Copenhague), dias ficando mais longos e jardins ganhando flores.
- Parques como Tivoli reabrem geralmente em abril, marcando o começo da alta temporada cultural.
- Boa época para passear sem o frio intenso do inverno e sem as multidões do verão.
Clima: fresco a agradável, com chuvas esparsas. Traga casaco e camadas leves para composição.
Verão (junho a agosto)
- Melhor época para turismo: dias longíssimos (até 17h de luz no solstício), temperaturas entre 18°C e 24°C em Copenhague.
- Festivais de música (Roskilde Festival em julho, um dos maiores da Europa), mercados ao ar livre e vida intensa nas margens dos canais.
- Tivoli em pleno funcionamento e muitos eventos culturais espalhados pela cidade.
Clima: agradável, com poucas chuvas. É a alta temporada — reserve hospedagem com antecedência.
Outono (setembro a novembro)
- Temperaturas caindo (de 15°C em setembro a 6°C em novembro), folhagens coloridas nos parques e jardins.
- Menos turistas e preços de hospedagem mais acessíveis que no verão.
- Ótima época para museus, cafés e a atmosfera hygge tipicamente dinamarquesa.
Clima: fresco a frio, com mais chuvas. Traga casaco impermeável e roupas em camadas.
Inverno (dezembro a fevereiro)
- Frio intenso, com temperaturas entre 0°C e 5°C, dias curtos (apenas 7h de luz) e eventual neve.
- Mercados de Natal encantadores em Copenhague, Aarhus e outras cidades, com gløgg (vinho quente) e decoração típica.
- Tivoli abre uma versão natalina em dezembro, criando um dos cenários de Natal mais bonitos da Europa.
Clima: muito frio. Casaco pesado, gorro, luvas e calçado impermeável são essenciais. A experiência de Copenhague no inverno é mágica para quem gosta de frio e do espírito de Natal escandinavo.
Documentação e visto para brasileiros
A Dinamarca faz parte do Espaço Schengen e brasileiros que viajam a turismo por até 90 dias em um período de 180 dias não precisam de visto prévio para entrar no país.
- Passaporte brasileiro válido, preferencialmente com pelo menos 3 meses de validade além da data de saída do Espaço Schengen.
- Autoridades podem solicitar passagem de volta, comprovante de hospedagem, seguro viagem e meios financeiros.
O ETIAS (autorização eletrônica de viagem para o Espaço Schengen) deve entrar em vigor em breve para cidadãos de países isentos de visto como o Brasil — o processo será feito online antes da viagem, com taxa acessível. Fique de olho nas atualizações antes de viajar.
Como chegar à Dinamarca
Não há voos diretos do Brasil para Copenhague. Os caminhos mais comuns incluem conexão em Lisboa, Madri, Frankfurt, Paris, Amsterdã ou outras cidades europeias.
- O principal aeroporto é o Aeroporto de Copenhague-Kastrup (CPH), muito bem conectado a toda a Europa e com transporte público eficiente até o centro da cidade.
- O metrô sai diretamente do aeroporto para o centro de Copenhague em cerca de 15 minutos.
Para pesquisar e comparar passagens com diferentes companhias e conexões, use a Trip.com — você encontra as melhores combinações de voos para Copenhague com diferentes hubs europeus.
Dinheiro, custos e câmbio
A moeda oficial da Dinamarca é a coroa dinamarquesa (DKK) — não é o euro, mesmo com o país sendo membro da União Europeia (mas fora da zona do euro). Cartões internacionais são amplamente aceitos em quase todos os lugares.
A Dinamarca é um dos países mais caros da Europa, então planeje bem o orçamento.
Eu sempre levo 2 opções de cartões globais, caso algum não funcione: da Nomad e da Wise.
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Como se locomover na Dinamarca
Transporte público em Copenhague
Copenhague tem um dos melhores sistemas de transporte público da Europa: metrô moderno, trem urbano (S-tog), ônibus e ainda balsas pelos canais. O metrô funciona 24 horas por dia e cobre as principais atrações. Para pesquisar e comprar bilhetes de trem entre cidades dinamarquesas (e até para a Suécia), use o Omio.
Bicicleta
Copenhague é a capital mundial da bicicleta. Há ciclovias em praticamente toda a cidade e é muito comum alugar uma por algumas horas ou o dia todo para explorar com liberdade. Muitas hospedagens oferecem bicicleta para hóspedes.
Aluguel de carro
Para quem quer explorar o interior da Dinamarca, castelos fora de Copenhague, as dunas de Skagen ou outras regiões, o carro dá muito mais liberdade. Eu utilizo a plataforma DiscoverCars.com para pesquisar e comparar o valor do aluguel:
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O que fazer em Copenhague
Copenhague tem atrações para todos os gostos, de palácios reais e museus de classe mundial a bairros alternativos, canais fotogênicos e parques históricos. A boa notícia: muita coisa pode ser apreciada caminhando ou de bicicleta.
Nyhavn (Porto Novo)
O canal mais famoso de Copenhague, com casas coloridas do século XVII, restaurantes à beira-d’água e barcos antigos ancorados. É um dos pontos mais fotografados da Dinamarca e fica lindo em qualquer estação — com sol no verão ou com neve no inverno.
Jardins de Tivoli
Um dos parques temáticos mais antigos do mundo, aberto em 1843 e fonte de inspiração para o próprio Walt Disney. Em funcionamento na primavera, verão e na versão natalina do inverno, mistura brinquedos, jardins floridos, shows e restaurantes.
Palácio de Amalienborg
Residência oficial da família real dinamarquesa, formada por quatro palácios em torno de uma praça octogonal. A troca da guarda acontece ao meio-dia e é um dos programas clássicos da cidade.
A Pequena Sereia (Den Lille Havfrue)
Escultura icônica inspirada no conto de Hans Christian Andersen, à beira do mar no Langelinie. É menor do que muitos imaginam, mas faz parte do passeio obrigatório pela costa da cidade.
Castelo Rosenborg e King’s Garden
Castelo do século XVII no estilo renascentista holandês, construído pelo Rei Christian IV. Dentro, é possível ver as joias da coroa dinamarquesa. O jardim ao redor (King’s Garden) é um dos parques públicos mais bonitos de Copenhague, ótimo para piqueniques no verão.
Bairro de Christiania
Comunidade alternativa fundada em 1971 com regras próprias, arte de rua, arquitetura peculiar e uma energia única. Vale visitar com respeito às regras locais (sem fotos em algumas áreas específicas).
Passeio de barco pelos canais
Uma das melhores formas de ver Copenhague é pelo canal: há opções de tours guiados em barcos pequenos ou embarcações maiores, passando por Nyhavn, Christianshavn e outros pontos icônicos.
Museu Nacional da Dinamarca
Um dos maiores museus da Escandinávia, com acervo que vai da era viking à história moderna dinamarquesa. A entrada é gratuita para visitantes.
Copenhagen Card: vale a pena?
O Copenhagen Card é um dos passes mais completos da Europa: inclui entrada em mais de 80 atrações (museus, castelos, atrações temáticas) além do transporte público ilimitado na região de Copenhague, incluindo metrô, trem (S-tog) e ônibus.
Eu utilizei o Copenhagen Card durante minha viagem e aproveitei bastante — com ele, peguei o trem até Helsingør para visitar o Castelo de Kronborg e ainda traversei de balsa para Helsingborg, na Suécia, com muito praticidade.
Se você planeja visitar várias atrações pagas e usar bastante o transporte público, o card se paga com facilidade — especialmente nos 2 ou 3 primeiros dias de uma viagem intensa. Adquira o Copenhagen Card aqui e aproveite ao máximo a cidade.
Bate-voltas dentro da Dinamarca
A partir de Copenhague, é fácil fazer passeios de um dia para outras cidades e atrações dinamarquesas de trem ou ônibus.
Helsingør — Castelo de Kronborg
A aproximadamente 45 minutos de trem de Copenhague, Helsingør é uma cidade histórica que abriga o Castelo de Kronborg, um dos castelos mais famosos do norte da Europa — e o cenário fictício de Hamlet, de Shakespeare. O trem regional parte com frequência da estação central de Copenhague e oferece vistas lindas durante o trajeto costeiro.
Com o Copenhagen Card, a passagem de trem já está incluída e a entrada no castelo também tem desconto.
Roskilde
A apenas 30 minutos de trem de Copenhague, Roskilde foi a antiga capital da Dinamarca. Tem uma linda catedral onde estão enterrados dezenas de reis e rainhas dinamarquesas (Patrimônio Mundial da UNESCO) e o excelente Museu de Barcos Vikings, onde é possível ver embarcações originais e até embarcar em réplicas.
Hillerød — Castelo de Frederiksborg
Um dos castelos mais belos da Dinamarca, construído no estilo renascentista e rodeado por lagos. Fica a cerca de 1h de trem de Copenhague (com baldeação em Hillerød) e abriga o Museu Nacional de História da Dinamarca.
Bate-voltas para a Suécia: Malmö e Helsingborg
Uma das experiências mais únicas de uma viagem à Dinamarca é cruzar de país em menos de uma hora e visitar cidades suecas — tudo com o mesmo trem, sem passar por imigração.
Malmö (Suécia) — trem direto de Copenhague
Malmö é a terceira maior cidade da Suécia e fica a apenas 35–40 minutos de trem a partir da estação central de Copenhague, cruzando a icônica Ponte de Øresund sobre o mar Báltico. Os trens saem a cada 20 minutos e é possível comprar o bilhete diretamente nas máquinas da estação ou pelo aplicativo.
- Lilla Torg: praça encantadora com casas de tijolo colorido, cafés e restaurantes no coração histórico.
- Stortorget: praça principal com a prefeitura e estátua equestre do rei Carlos X Gustavo.
- Castelo Malmöhus: castelo vermelho do século XV às margens de um lago, hoje Museu de Arte de Malmö.
- Turning Torso: arranha-céu icônico com design em espiral, o mais alto da Escandinávia — ótimo para fotos.
- Igreja de São Pedro (Sankt Petri): construída em 1319, um dos marcos históricos da cidade.
Use o Omio para pesquisar horários e comprar bilhetes de trem Copenhague → Malmö com facilidade.
Helsingborg (Suécia) — balsa a partir de Helsingør
De Helsingør (já usada como bate-volta da Dinamarca para ver o Castelo de Kronborg), você pode pegar uma curta travessia de balsa de apenas 20 minutos até Helsingborg, na Suécia — combinando duas cidades em um único dia.
- Helsingborg tem um centro histórico charmoso, lojas, cafés e o Kärnan, uma torre medieval do século XIV com vista para o estreito de Øresund.
- A balsa opera com frequência e o bilhete é acessível; com o Copenhagen Card, o trem de Copenhague até Helsingør já está incluso.
Dica de roteiro para um dia: Copenhague → trem para Helsingør (Castelo de Kronborg) → balsa para Helsingborg (passeio pela cidade sueca) → balsa de volta para Helsingør → trem de volta para Copenhague.
Outras cidades da Dinamarca para incluir no roteiro
Se você tiver mais dias, vale explorar o país além da capital.
Aarhus
Segunda maior cidade da Dinamarca e capital cultural do Jutlândia. Destaque para o ARoS, museu de arte contemporânea com uma passarela arco-íris no topo, e o Den Gamle By, museu a céu aberto com casas históricas reconstruídas de diferentes séculos.
Odense
Cidade natal de Hans Christian Andersen, autor de “A Pequena Sereia”, “O Patinho Feio” e outros contos famosos. O centro histórico preservado com casas coloridas parece saído de um livro de contos de fadas.
Skagen
No extremo norte da Dinamarca, onde os mares do Norte e Báltico se encontram. Paisagem dramática, aldeias de pescadores de casas amarelas e a famosa Igreja Enterrada pela areia. Ideal para quem curte natureza e fotografia.
Roteiros: 5, 7 e 10 dias
Roteiro 5 dias (foco em Copenhague + bate-voltas)
- Dia 1: chegada em Copenhague. Caminhada por Nyhavn, Strøget (rua comercial histórica) e jantar ao longo do canal.
- Dia 2: Tivoli, Palácio de Amalienborg (troca da guarda ao meio-dia), Pequena Sereia e passeio de barco pelos canais.
- Dia 3: Castelo Rosenborg + King’s Garden, Christiania e Museu Nacional.
- Dia 4: bate-volta de trem para Helsingør (Castelo de Kronborg) + balsa para Helsingborg (Suécia) e volta.
- Dia 5: manhã livre, compras e partida.
Roteiro 7 dias (Copenhague + bate-voltas + Malmö)
- Dias 1–3: Copenhague completo (mesmo esquema do roteiro de 5 dias).
- Dia 4: bate-volta para Roskilde (catedral + Museu de Barcos Vikings).
- Dia 5: bate-volta para Helsingør (Kronborg) + balsa para Helsingborg (Suécia).
- Dia 6: bate-volta de trem para Malmö (Suécia): Lilla Torg, Castelo Malmöhus, Turning Torso.
- Dia 7: manhã livre e partida.
Roteiro 10 dias (Dinamarca completa)
- Dias 1–4: Copenhague com todas as atrações + bate-volta para Roskilde e Hillerød (Castelo de Frederiksborg).
- Dia 5: bate-volta para Helsingør + Helsingborg (Suécia).
- Dia 6: bate-volta para Malmö (Suécia).
- Dias 7–8: trem para Odense (museu de Hans Christian Andersen + centro histórico).
- Dias 9–10: Aarhus (ARoS, Den Gamle By, zona portuária).
Gastronomia dinamarquesa
A culinária dinamarquesa passou por uma revolução nos últimos anos — Copenhague hoje tem mais estrelas Michelin por habitante do que quase qualquer cidade do mundo. Mas a comida do dia a dia também tem muito charme.
- Smørrebrød: o prato mais tradicional do país. Fatias de pão de centeio escuro com coberturas variadas como arenque em conserva, salmão defumado, camarão com maionese, rosbife com rémoulade ou ovos. Simples e delicioso.
- Frikadeller: almôndegas dinamarquesas de carne de porco e vitela, servidas quentes no jantar ou frias como cobertura de smørrebrød.
- Stegt flæsk med persillesovs: o prato nacional, eleito pelos dinamarqueses: fatias de bacon crocante com molho de salsa e batata cozida.
- Æblekage: sobremesa clássica em camadas de purê de maçã, crumble e chantilly.
- Pastries dinamarqueses (Wienerbrød): o famoso “danish” — massas folhadas com recheio de maçã, crème pâtissière ou amêndoas, encontradas em padarias por toda a cidade.
- Gløgg (vinho quente): imperdível no inverno, servido com amasas (passas e amêndoas) em mercados de Natal.
Dicas práticas para brasileiros
- Idioma: o dinamarquês é o idioma oficial, mas o inglês é amplamente falado por praticamente toda a população — você não vai ter dificuldades.
- Internet: compre um chip local ou eSIM para usar mapas e transporte. Eu sempre uso o eSIM da Airalo. Clique aqui para adquirir o seu e chegar conectada.
- Tomadas: tipo K (pino redondo com pino extra de terra), padrão diferente do europeu mais comum. Um adaptador universal resolve. Veja acessórios de viagem essenciais aqui.
- Roupas: no verão, traga camadas leves + casaco para as noites e dias mais frios; no inverno, casaco pesado, roupa térmica, botas impermeáveis e gorro são indispensáveis. Veja organizadores de mala aqui.
- Conforto no voo: para voos longos com conexão, almofada de pescoço e tapa olhos fazem diferença. Confira sugestões aqui.
- Segurança: a Dinamarca é muito segura, mas itens como cadeado para mochila e porta-documentos sempre ajudam. Veja itens de segurança aqui.
- Bicicleta: use! Copenhague é plana, tem ciclovias em todo lugar e é uma das melhores formas de explorar a cidade.
- Seguro viagem: fundamental em qualquer viagem à Europa. Compare aqui opções de seguro de viagem com boa cobertura médica.
Quanto custa viajar para a Dinamarca?
A Dinamarca é cara para os padrões europeus — planeje seu orçamento com atenção, especialmente para refeições e hospedagem em Copenhague.
Hospedagem
Uma opção com ótimo custo-benefício que eu mesma usei é o Steel House Copenhagen, no centro de Copenhague: moderninho, com áreas comuns incríveis, opção de quartos privados ou compartilhados, localização excelente e um dos melhores valores que encontrei na cidade. Vale muito para quem quer economizar sem abrir mão de conforto e localização.
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Estimativa de gastos diários por perfil
- Mochilão econômico: 80–100 EUR/dia (hostel, alimentação em mercados e restaurantes simples, transporte público).
- Perfil intermediário: 130–180 EUR/dia (hotel 3–4 estrelas, refeições em bons restaurantes locais, algumas atrações pagas).
- Perfil conforto: 200 EUR/dia ou mais (hotel bem localizado, experiências gastronômicas, tours e concertos).
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Vale a pena visitar a Dinamarca?
Definitivamente. A Dinamarca entrega uma experiência densa em poucos dias: Copenhague tem cultura, gastronomia, arquitetura e um ritmo de vida único — e ainda oferece bate-voltas fáceis para castelos medievais e cidades suecas cruzando a ponte de Øresund de trem.
Salve este guia, reserve sua hospedagem com antecedência no Booking.com (ou no Steel House Copenhagen), pesquise passagens na Trip.com, adquira o Copenhagen Card, ative seu eSIM da Airalo e contrate o seguro viagem antes de embarcar.
FAQ sobre viagem para a Dinamarca
Brasileiros precisam de visto para a Dinamarca?
Não, para turismo de até 90 dias em um período de 180 dias, brasileiros estão isentos de visto. A Dinamarca faz parte do Espaço Schengen. Fique atento ao ETIAS, que deve entrar em vigor em breve.
Qual a melhor época para visitar Copenhague?
O verão (junho a agosto) é a melhor época para aproveitar ao ar livre com clima agradável. O inverno é ótimo para mercados de Natal e o espírito nórdico. Primavera e outono são ótimos para quem quer menos turistas e preços melhores.
O Copenhagen Card vale a pena?
Sim, especialmente para os 2 ou 3 primeiros dias, com visitas a várias atrações pagas e bastante uso de transporte público. Com ele, o trem para Helsingør (Castelo de Kronborg) e a travessia de balsa para Helsingborg já estão cobertos. Adquira aqui.
Dá para ir à Suécia a partir de Copenhague?
Sim! Malmö fica a 35–40 minutos de trem. Helsingborg fica a 20 minutos de balsa a partir de Helsingør. São bate-voltas fáceis e muito recomendados para aproveitar um dia diferente da viagem.
A Dinamarca usa euro?
Não. A moeda é a coroa dinamarquesa (DKK). Cartões internacionais são amplamente aceitos, mas é bom ter coroas para situações pontuais.
Qual o melhor hostel/hotel custo-benefício em Copenhague?
O Steel House Copenhagen tem excelente localização, estrutura moderna com áreas comuns incríveis, opção de quartos privados e compartilhados e um dos melhores preços da cidade para o nível de qualidade que oferece.
Quanto tempo é suficiente para visitar a Dinamarca?
5 dias são suficientes para Copenhague bem aproveitada com um ou dois bate-voltas. Com 7 a 10 dias, dá para incluir Malmö (Suécia), Helsingborg (Suécia), Roskilde e outras cidades dinamarquesas.


